Como um dos objectivos deste trabalho inclui mostrar tanto a maneira como eles vivem como a maneira como eles encaram os jogos de vídeo aqui vai um post relacionado com uma das maiores febres a atingir o povo do sol nascente, a febre de uma saga chamada Dragon Quest. Ora, convém antes de mais explicar um pouco a origem deste jogo. Alguém se lembra de uma série de anime chamada Dragon Ball? Levantem o braço aqueles que se lembram... sim... pois... de facto estou a ver que teve algum sucesso no nosso país. Agora a sério, a série foi um verdadeiro hit, pelo menos dois dos membros deste grupo cresceram a ver a série -e o grupo é composto por três elementos- e varreu toda uma geração de pessoas que faltavam às aulas de propósito para ficar a ver a supracitada série. Belos tempos em que tudo era inocente e casto e não havia morangos com açúcar a corromper as mentes dos adolescentes ao final da tarde, enfim... Depois deste breve devaneio voltemos então ao assunto que despoletou estou post. Como praticamente todas as séries de anime que existem, o Dragon Ball foi produto da mente e da criatividade artística de um autor. O autor da famigerada série de Goku, Vegeta, Goten, e... -quem eram os outros Bruno?- ah... Gohan, Trunks, e muitos mais, era um senhor que dá pelo nome de Akira Toryama, um dos mais famosos mangakas (japonês para autor de manga) de sempre. E, adivinhem o que ele criou também... isso mesmo... acertaram, o jogo Dragon Quest. Além das semelhanças no nome -Dragon no início para os menos atentos- os dois também partilham o traço inconfundível deste autor. Pois bem, foi numa manhã do ano de 1988 que a terceira a edição do jogo em questão foi lançado para uma consola que era o "bólide" da altura, a NES da Nintendo. Até aqui nada de extraordinário, certo? Contudo, nessa manhã assistiu-se a um dos maiores e mais incríveis fenómenos relacionados com videojogos. O país, literalmente, parou. Adolescentes a faltar à escola, pessoas a telefonar para o emprego a dizer que estão doentes, enfim tudo e mais alguma coisa que possam imaginar. Mas não se pense que foi algo ao de leve e com pouco impacto, de maneira alguma. Tratou-se de algo geral e massivo com repercursões reais e muito sentidas na vida das pessoas nesse dia. Só para ficarem com uma pequena imagem mental do que realmente se passou naquele dia imaginem a última greve de professores, em seguida imaginem o que seria se o resto dos sítios públicos- transportes, finanças, lojas, cafés, etc- da mesma maneira... já está? Muito bem agora multipliquem por dois e aí têm, uma paralização geral por causa de um jogo. Como resultado de todo este comportamento foi criada uma lei -sim leram bem, uma lei, como aquelas que passam por um presidente da republica e tudo- a proibir que um jogo com o nome Dragon Quest fosse lançado a não ser em feriados ou fins de semana, ou seja, só não podiam ser lançados em dias de trabalho.
Esta pequena história serviu para expressar alguma da histeria que se vive pelo país do sol nascente em torno de certos e determinados videojogos, sendo este mesmo assim um caso extremo. Por fim, resta referir que um dos membros do grupo -que não vou identificar- gastou cerca de 135 horas a jogar este jogo e encetava mesmo em tardes\noites inteiras de jogo parando apenas a jogar a oitava edição do jogo e acreditem que ele até nem é muito de jogar. Sem mais nada a por declarar resta dizer "Sayonara" (Adeus)
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
japão: branco, vermelho e...- Primeiro post
É pois no seguimento do tema "Japão: branco, vermelho e..." que vai incidir sobre tudo o que tem a ver com esse maravilhoso, esquisito -e às vezes estúpido- país, o Japão com um pouco mais de ênfase na animação típica desse país. Este blog será um, suporte de divulgação de novidades relevantes para o trabalho. Também poderão aparecer neste blog notícias sobre o país em questão. Sem mais delongas o grupo de trabalho da por terminado este primeiro post do blog com o desejo de que tudo corra dentro do previsto.
Por isso... Arigatogusaimasu (muito obrigado).
Por isso... Arigatogusaimasu (muito obrigado).
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